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Stéphanie Habrich Stéphanie Habrich é empreendedora, apaixonada pelo mundo da educação e do jornalismo infantojuvenil. Fundadora do Joca, único jornal para jovens e crianças do Brasil, ela vai abordar aqui na coluna temas que interligam o contato com as notícias desde a infância e a educação, sempre pensando em como podemos ajudar nossos filhos a serem cidadãos com pensamento crítico.
Tenho falado frequentemente sobre a importância de os pais conversarem sobre fatos da atualidade com os filhos, confira sugestões de notícias
No livro "Uma Jornada com Propósito" Stéphanie Habrich percorre os caminhos trilhados por quem deseja empreender
Resolvi bolar uma nova estratégia que motivasse meu filho a estudar e que contribuísse para levantar o seu emocional
Assim como aconteceu com Hedy Lamarr, mulheres continuam recebendo negativas sem sentido. Espero que a verdadeira igualdade seja alcançada
Será que não há uma forma de debater de maneira saudável, sem que nenhuma parte se sinta lesada?
"É necessário saber separar o discutível do indiscutível. Os acontecimentos das ideias pessoais". Veja as dicas de Stéphanie Habrich sobre como fazer isso
Precisamos ter algum tipo de treinamento para lidar com o ambiente digital. E quanto antes começarmos essa preparação, melhor
Segundo o escritor Gary Chapman, cada indivíduo nasce com uma maneira específica de identificar, receber e dar amor
Não é preciso estar envolvido em uma imensa ação de solidariedade para fazer a diferença
Não seria interessante estimular os jovens mais privilegiados, de férias e com acesso ilimitado à internet, a ajudar os menos favorecidos a estudar?
As condições são diferentes, mas a colunista Stéphanie Habrich mostra que dá para se divertir em casa com os filhos
Discutindo a questão, a aproximamos do cotidiano dos jovens e contribuímos para que eles fiquem mais atentos e não perpetuem preconceitos
Dados de publicações ao redor do mundo provam que dizer que jovens não gostam de ler é mito
Não há um manual de como conversar com os jovens sobre atualidades, o bate-papo deve acontecer de maneira informal
Se não aprendermos a mostrar a nossa vulnerabilidade, não entraremos em contato com os nossos sentimentos
Se nós, adultos, temos vontade de chorar, sentimos raiva, estouramos, por que as crianças não podem exprimir o mesmo?
A quarentena pode ser um momento para pararmos e darmos mais atenção para os membros da nossa família
Muitas perguntas sobre confinamento, crianças e coronavírus. Há respostas também
Para ajudar na formação do pensamento crítico de nossos filhos, Stéphanie Habrich aborda notícias gerais de um jeito descomplicado e assertivo
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